Nem tudo que sinto eu digo, nem tudo que vejo retrato, nem tudo que minto revelo. Este aqui é um espaço para dizer, retratar, revelar. Espero criar um hábito e, quem sabe, também amigos.
O que sou hoje posso não ser amanhã e certamente não fui ontem. O que eu quero eu só sei no momento. Se espero algo é porque disseram que eu poderia esperar. Sou estúpida, irascível, desbocada e sobretudo irônica. Prefiro abraço a beijo. Amizade é o sentimento que me rege. Não precisei parir para amar verdadeiramente alguém. Sou otimista, franca, corajosa. Não tenho medo do amanhã, e nem mesmo anseio por ele. O hoje basta. A vida é ótima, a morte também há de ser. Só peço para não enterrar os meus.
4 comentários:
Vamos a outra: "Sentimento ilhado, morto, amordaçado, volta a incomodar". Fagner também sabia das coisas.
Beijão.
Magna
O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.
E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.
E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.
Fernando Pessoa
ps: Quando vens ao Recife? Tens meu contato, né?
Geó, tô sem perspectiva de ir a Recife ainda neste ano. Mas e vc, quando vem respirar o ar pudro de Sampa?
Coração bobo, coração bola...
;)
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